Do Pixel a Multidão


A multidão, como uma indústria de comportamentos e desejos, produz uma imensidade de imagens. Em nossas redes virtuais, hoje, temos a possibilidade de entrar em contato com a intimidade dessas cenas, que dentro do computador são formadas por pixels. A imagem que deslumbra a visão do observador pode ser capturada e registrada, se transformando em um arquivo digital passível de ser compartilhado.

Perry Bard

Na atividade “do pixel a multidão” estamos propondo uma viagem dentro desses arquivos micropolíticos que compõem fotologs. Nós escolhemos o flickr como rede hospedeira. Nele vamos desenvolver uma série de exposições a partir de imagens indicadas pelo público e selecionadas por nossa convidada, a Professora Dra. e Psicóloga Patrícia Kirst, que escreveu sua tese sobre Transfotografia:

“Colocar a imagem em emergência, em seus universos conceituais e, em sua imanência, requer pensá-la no limite. Tal limite situa-se em cada píxel que abriga a molecularidade que, quando acionada, pode tornar-se diferença e potência para passagem de uma imagem à outra. Pensar a imagem fotográfica digital em estado processual e molecular segue as marcas da subversão da forma, da verdade e da representação, levada por pontos de vista fugidios.”

Para indicar suas imagens marque-as com a #dopixelamultidao. Vamos fazer buscas sistemáticas buscando por essa tag, se você pode ser visto na multidão, pode entrar em nossa Expo.

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